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SENAI CETIQT inaugura primeira fábrica modelo de confecção 4.0 do Brasil

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Protótipo desenvolvido pela Unidade Riachuelo, no Rio de Janeiro, possibilita criação e confecção de roupas pelo próprio consumidor

A moda do futuro já aterrissou na indústria brasileira e o protagonista desse desembarque foi o SENAI CETIQT – braço do SENAI voltado para a indústria têxtil e da moda, e responsável por consultorias para o setor e qualificação profissional.

Na Unidade Riachuelo está a primeira Fábrica Modelo de Confecção 4.0, onde um protótipo foi desenvolvido para que o cliente crie a própria roupa. Tudo começa com a interação entre a pessoa e uma tela e termina com o produto pronto, processo que leva menos de meia hora. Veja como funciona aqui.

A novidade pode resolver o problema de clientes como Marcella Martins, 20 anos. A jovem, que se considera baixa e magra, sempre tem dificuldade para encontrar uma roupa adequada ao biotipo.

De acordo com a estudante, compras são uma verdadeira via-sacra, pois é complicado achar calças, blusas, saias e vestidos no tamanho PP, sendo recorrente uma visita à seção infanto-juvenil. E o que resta, segundo ela, são apenas duas lojas num universo de milhares.

“Às vezes eu saio, experimento várias peças e não compro nada. Minha única opção é mandar fazer uma roupa na costureira, mas isso demanda encontrar o tecido, escolher um modelo e ainda uma profissional para cerzir. É mais trabalho do que ir a uma loja”, afirma.

Fábrica Modelo De Confecção 4.0 – O projeto foi desenvolvido 100% pelo SENAI CETIQT em parceria com o SENAI Rio de Janeiro e o SENAI Bahia (SENAI CIMATEC). A Planta Piloto de Confecção 4.0, que foi lançada em outubro de 2017, teve um investimento aproximado de 2,5 milhões de reais.

Robson Wanka, engenheiro à frente do projeto no SENAI, esclarece que o protótipo não está à venda, nem para ser licenciado ou alugado, serve, essencialmente, para demonstrar os conceitos da Indústria 4.0 e guiar a sociedade industrial na implementação dessa concepção.

“Nossa proposta é servir como uma bússola, guiando os setores Têxtil, de Confecção, Calçados e Moda em direção ao que vem por aí. E também serve de base para o MBI Indústria Avançada: Confecção 4.0, porém já estamos em negociação com algumas empresas com o objetivo de apoiar a implementação de parte das tecnologias rumo a essa nova indústria”, diz Wanka.

Ele acrescenta que essa é a primeira Planta Piloto de Confecção 4.0 no Brasil, projeto que faz parte do planejamento estratégico do SENAI CETIQT. Segundo ele, existe uma iniciativa um pouco parecida em Aachen. na Alemanha, na Digital Capability Center, contudo o foco e processo produtivo são completamente diferentes, inclusive na adoção de tecnologias.

Confira os benefícios para indústria, consumidores e meio ambiente:

Indústria

Aumento da qualidade do produto por adoção de tecnologias inovadoras

Não ter necessidade de estoques de produtos acabados

Segurança das informações por meio de cloud computing

Consumidores

Customizam a própria roupa

Escolhem: tamanhos, formas e cores

Economia de tempo e dinheiro

Meio Ambiente

   • Não utiliza água nem no pré e pós tratamento do tecido

   • Uso de sacolas biodegradáveis que se dissolvem em até seis meses

Reutilização de todas as sobras de produtos para gerar novos sub-produtos

Texto original em portaldaindustria.com.br

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