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A cultura de marketing e o aumento de vendas sadias

A cultura de marketing e o aumento de vendas sadias

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Vivemos atualmente num mundo meio conturbado no que diz respeito aos valores da vida. Mas, já que a “culpa não é de ninguém” e, talvez esse ninguém seja eu; ou sejamos nós todos, pois, conforme afirma (Constantin Noica) “A cultura é o espelho ampliador de nossa vida espiritual”. Podemos afirmar então que o caos político-social em que vivemos não seja tão assim culpa dos outros e nem nossa. Bom, acontece que o marketing também já foi assim.

Como era no início

A partir da segunda grande guerra mundial (1945-1950) as empresas precisavam de perenidade (precisavam ser reestruturadas – diríamos: “o benchmarking da época fez as empresas acordarem”), e, essa também longevidade empresarial, deveria vir com acréscimos de operações estratégicas empresariais, que não existiam ainda, então entre a década de 40 até a década de 70 é que nasceram os objetivos empresariais (missão, visão e valores), e, daí os objetivos de marketing, até que ele alcançasse força suficiente para ser reconhecido como parte do plano estratégico da empresa, e, depois disso toda a formatação das estratégias empresariais aliadas a operação dessas estratégias, nascia na década de 70 o que chamamos de Gestão Estratégica de Marketing.

O que ocorre é que nem sempre ele foi o mocinho da história; o mesmo caos apresentado pela situação político-social apresentou-se também no pós-guerra (1939-1945) nascendo a “cultura de vender a qualquer preço”, parecia mais um festival de enganação, fazendo o marketing ser visto com desconfiança por longo tempo. Mas, a partir de 1954 com o lançamento do livro “A prática da administração” (Peter Drucker), tudo mudou, e, assim ganhando força pelas décadas a seguir, separou-se o filho da mãe para viver sozinho (O marketing nasceu da Administração e, com o tempo virou uma ciência por si só). Deixou o marketing de ser o filho rebelde e, a partir daí contribuiu muito com o movimento empresarial no mundo.

A perspectiva de um novo marketing

“A marcha dos acontecimentos no mundo depende da coincidência de todas as vontades” (Aleksey Konstantinovich Tolstoy), então, com todas as boas vontades dos profissionais de marketing sérios, compenetrados, e, sadios, vimos essa ciência trazer muitas coisas boas para o empresariado mundial, tanto quanto ao cliente e ao consumidor. Pois, alcançamos performances altamente impactantes nos valores das marcas (principal ativo de uma empresa – John Torella), conseguimos validar objetivos de marketing com maestria, elevar vendas, ampliar negócios gerando empregos, moradias, e, consequentemente ascensão das classes sociais mais baixas. Assim como também realizamos proezas de índices de satisfação altíssimos com a essência do marketing puro (Marketing de relacionamento). Conseguimos vender a preços mais baixos, dar brindes, viagens com a família (Promoção de Vendas), enfim, progredirmos em marketing.

Bom, o caro leitor deve estar se perguntando: “mas, a maravilha toda não mora na casa do marketing.”. “Ainda temos vistos alguns enganadores.” Não acredito nesse salvador sem manchas.” Óbvio que o leitor estará coberto de razão. O que estamos propondo para reflexão é justamente o fato de conscientização, empenho, e melhorias definitivas em todos os campos, inclusive no marketing.

A grande sacada é essa. Depois dos vestígios ainda que de leve porque o pesado está debaixo do tapete em todos os departamentos do “velho Brasil”, acreditamos que mais do que nunca o brasileiro quer transparência, atitudes benevolentes, cooperação participativa e ativa na construção de um “novo Brasil”, comportamentos condizentes com o mercado, porque agora falamos aqui “não do político-social”, falamos aqui do Social Empresarial, e, para isso, qualquer empresa que investir “nesse marketing”, óbvio que o resultado será altamente satisfatório em lucros, expansão, consolidação da marca, “hiperventilação” (aumento da frequência ou da amplitude dos movimentos respiratórios) dos recursos: físicos, financeiros, e, principalmente humano.

Por onde devo começar

Observemos os seguintes pontos:

a) Quem não gostaria de ser bem tratado ao adquirir um produto ou serviço (Atendimento).

b) Quem não gostaria de receber todas as informações, apoio, resguardo de produtos e serviços (Transparência nos negócios).

c) Qual de nós consumidores (que o somos também) não desejaria mais ser enganados? (“marketing pejorativo” versus marketing 3.0 Kotler).

Qual de nós não gostaria de viver bem, viver melhor, e num ambiente mundial mais agradável, carismático, e, socialmente mais adequado aos bons costumes.

Comecemos dentro de casa – nossa empresa. Comecemos de dentro do nosso lar – nosso marketing. Comecemos dentro de nós – nossa ética.

Se em dias atuais essas estratégias não funcionarem, estratégias como diferencial competitivo (Michael Porter) Transparência; como forças empresariais (Análise Swot) Atendimento; como mar azul (Blue Ocean Strategy) para gerar percepções completamente diferentes das que temos recebido diariamente nos meios de comunicação (“caos” sócio-político) para gerar “vendas sadias” (Ética), o que mais funcionaria?

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