Entenda como criar uma boa ficha técnica de produto para sua empresa

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Uma boa ficha técnica de produto é mais que um método para facilitar o reconhecimento deles. Ela pode se transformar em um dos primeiros passos para criar uma metodologia para a organização da sua indústria.

Mas para que isso aconteça, é necessário planejamento. Se você quer começar a otimizar as fichas técnicas dos seus produtos, mas não sabe por onde começar para ter o melhor aproveitamento, este artigo é para você.

Nele, vamos explicar do que é formada uma ficha técnica e apresentar um passo a passo para você criar as suas, assim como os erros mais comuns que devem ser evitados. Acompanhe!

O que é uma ficha técnica de produto e qual a sua importância

A ficha técnica, como dissemos no início deste artigo, não é apenas uma identificação. Ela contém itens cruciais para precificar os produtos, por exemplo. Assim, a matéria-prima e outros fatores que influenciam no custo devem ser especificados.

Fazendo dessa forma, você dará um passo muito positivo para a padronização dos produtos e do processo produtivo, dando um salto de escalabilidade.

Como criar uma ficha técnica e os erros mais comuns

Passo 1: organize os itens que vão aparecer

O primeiro passo é organizar, em uma lista virtual ou em um pedaço de papel, os itens que formam a ficha. Alguns deles, como nome e preço, parecem óbvios, mas são passíveis dos erros mais comuns.

Por exemplo, produtos muito semelhantes não devem aparecer com nomes repetidos. Se o colaborador é obrigado a recorrer ao código de barras para diferenciá-los, já começa aí a perda de tempo no seu processo.

Abaixo, listamos alguns itens que não podem ser deixados de lado na composição da ficha técnica:

  • nome do produto;
  • código de barras;
  • preço (CPV);
  • localização no estoque (se você tem muitos itens entrando e saindo);
  • material, valor unitário e preço dos componentes usados na produção.

Passo 2: calcule e cadastre o preço unitário de cada componente

Outro erro comum é a confusão entre CMV (Custo por Mercadoria Vendida) e CPV (Custo por Produto Vendido). Não cabe aqui explicar em detalhes essa diferenciação, apenas dizer que, no caso de indústrias, o valor discriminado deve ser o CPV.

Passo 3: treine os colaboradores e colete opiniões

Não adianta ficar no campo da abstração. As pessoas que mais vão utilizar as fichas técnicas devem ser instruídas a respeito, em uma demonstração com destaque para a ficha agilizar o trabalho.

Esse erro, talvez, seja o mais comum na fase de implementação desse sistema. Muitos gestores deixam de unificar esse treinamento e confiam nos colaboradores para que transmitam as informações uns aos outros.

Ocorre, então, o chamado “telefone sem fio”, em que as boas práticas não chegam a quem deveria com a profundidade devida. O resultado é a má utilização ou mesmo o abandono do código da ficha técnica por parte dos colaboradores depois de um tempo.

Se for cuidadoso com esses detalhes e realizar a correta implementação da ficha técnica de produto, você vai ver mais um processo escalável ser incorporado à rotina da sua indústria de confecção.

Ou seja, economia de tempo e dinheiro, melhoria nos processos e maior facilidade em várias etapas da produção. Não desperdice uma excelente oportunidade de organizar a expansão do seu negócio!

E que tal fazer deste artigo uma fonte de ótimas discussões sobre o assunto? Compartilhe-o nas suas redes sociais! Todos têm muito a aprender com a troca de informações.

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