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5 tendências da nanotecnologia na indústria de confecção

5 tendências da nanotecnologia na indústria de confecção

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A nanotecnologia na indústria de confecção traz cada vez mais inovações, levando funções diferenciadas e inusitadas às peças de vestuário. De tecidos antibacterianos a modelos com essências calmantes, as micropartículas agregam valores ao mundo têxtil.

Estamos falando de substâncias que são adicionadas aos fios durante a fabricação dos tecidos, elevando os preços das peças já na ficha técnica. Os efeitos são temporários, mas duram bastante — uma média de 50 lavagens.

As propriedades da nanotecnologia na indústria de confecção podem ser aplicadas em vários segmentos, impactando o mercado de maneiras surpreendentes. Separamos a seguir 5 tendências de destaque!

1. Tecidos antimicrobianos

O primeiro tipo de tecido a ser desenvolvido com a tecnologia trouxe micropartículas de prata, responsáveis por conferir capacidades antimicrobianas. As peças ajudam a controlar a proliferação de bactérias e fungos, controlando os maus odores.

Graças às partículas de prata, a empresa Organic Basics na Dinamarca, por exemplo, desenvolve roupas íntimas que só precisam ser lavadas duas ou três vezes ao mês. Aqui no Brasil, a empresa TNS de Florianópolis também aplica a nanotecnologia antimicrobiana no setor têxtil, além de atuar em outros segmentos.

2. Tecnologia repelente

Além dos micro-organismos, a nanotecnologia na indústria de confecção ajuda também a evitar insetos. Aqui, a ideia é misturar nanopartículas com substâncias repelentes a fibras de algodão. Elas são liberadas gradativamente, afastando os seres indesejados.

Para a área da saúde, trata-se de uma revolução no controle de doenças, já que muitos insetos são responsáveis por provocar enfermidades. Atualmente, a tecnologia tem potencial para impactar diretamente na diminuição de casos de dengue, zika e chikungunya.

3. Controle de temperatura

A nanotecnologia também evolui o conceito de roupas que interagem com a temperatura do corpo. Isso acontece graças a substâncias como o grafeno, um material mais resistente que o aço que ajuda a medir essa característica do corpo. A tecnologia é muito relevante para o esporte.

Outros nanotermômetros desenvolvidos em universidades utilizam cristais para medir a temperatura de tecidos com células vivas. A propriedade inclui mudança de cor de acordo com a escala termal do corpo.

4. Roupas para o Exército

No campo de guerra, é muito comum utilizar luzes infravermelhas para identificar o inimigo. Porém, os cientistas desenvolveram um tecido que se torna invisível a essa exposição, o que permite aos soldados se camuflarem além da estampa padrão das roupas de infantaria.

As roupas são desenvolvidas a partir da nanotecnologia e instigam o Exército a buscar cada vez mais tendências para auxiliar na hora da ação.

5. Essências relaxantes e incitantes

Além de perfumar as roupas, quando a nanotecnologia na indústria de confecção utiliza essências, o resultado pode ir muito mais além. É que certos aromas têm a capacidade de acalmar e relaxar os nervos e estimular o corpo, entre outras funções.

Os aromas de morango e maçã, por exemplo, ajudam a estimular os ânimos, enquanto o maracujá relaxa. Partículas antiestáticas também diminuem o estresse, já que evitam a passagem de corrente elétrica de aparelhos eletrônicos.

Essas são algumas tendências no desenvolvimento de nanotecnologia na indústria de confecção, e a tecnologia só cresce. É bem possível que, em breve, tenhamos roupas que curem doenças!

Agora, aproveite para continuar a leitura e saber mais sobre a  importância da tecnologia para a indústria têxtil!

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